terça, 17 de setembro de 2019


Qua, 15 de Junho de 2016 11:15

Em cinco anos, serviço aeromédico do Governo do Paraná fez 4.478 atendimentos


O serviço aeromédico do Governo do Paraná fez, desde 2011, 4.478 atendimentos de pessoas em situação de urgência e emergência, de transporte de órgãos para transplantes e de vítimas de acidentes. A maioria dos atendimentos salvou vidas, pela rapidez do transporte das pessoas até um centro de atendimento adequado e pela eficiência da equipe. 

"A oferta deste serviço à população envolve a integração de diferentes áreas do governo e o seu resultado é um grande sucesso ", disse o governador Beto Richa. "Não é demais lembrar que, quando incluí o transporte aeromédico em meu plano de governo, em 2010, a proposta foi motivo de zombaria de meus adversários. Diziam que era inviável, mas o resultado está aí: milhares de vidas já foram salvas", ele acrescentou. 

A dona de casa Ruth Pereira conheceu o benefício do serviço aeromédico um dia depois de a filha, Tatiana, de 18 anos, ter dado à luz a um menino, Rian, no Hospital Municipal de Palotina, no Oeste do Estado. O parto teve complicações e o bebê precisou ser transferido às pressas para a UTI do Hospital São Lucas, em Cascavel, a 102 quilômetros de distância. O atendimento foi feito pelo médico intervencionista André Luiz Krokoscz de Souza, o enfermeiro Dyeison de Souza e o piloto da aeronave Marcelo Lunelli. A rapidez no transporte e a atenção da equipe salvaram o menino. 

“Eles foram verdadeiros anjos que salvaram a vida do meu neto”, afirma Ruth. “Não fosse a equipe pegar o Rian e levar até Cascavel ele não iria sobreviver”, diz ela. Rian saiu da UTI dois dias depois e está fora de perigo. O diagnóstico foi Sepse Neonatal - uma condição grave caracterizada por estado inflamatório de todo o organismo e presença de infecção, o que exige cuidados intensivos em UTI e toda atenção no transporte do paciente. 

Além da situação delicada do menino, o tempo estava fechado e a equipe teve que agir com rapidez para levar o bebê com segurança. “De ambulância, a viagem demoraria cerca de 2 horas. Com o helicóptero, em 25 minutos o paciente já estava sendo atendido pela equipe do hospital. Isso faz toda a diferença para salvar uma vida”, afirmou André Luiz Krokoscz, que atua no Consórcio Intermunicipal Samu Oeste (Consamu), responsável pela operação do serviço aeromédico na região. 

Andre Krokoscz também é pai e se emocionou com o caso. “A gente se coloca no lugar e sabe da aflição de ter um filho doente. Vamos sempre pensando em fazer o bem, em transportar como se fosse um ente querido nosso”, disse ele. 

VIDAS SALVAS – Assim que assumiu o mandato, o governador Beto Richa determinou que todas as aeronaves do governo estadual passassem a dar prioridade absoluta para o atendimento a pessoas em situação de urgência e emergência, a transporte de órgãos para transplantes e ao resgate de vítimas de acidentes naturais, automobilísticos e domésticos. 

Até então, a frota do Governo do Estado tinha uso bastante restrito para operações aeromédicas, tanto que de 2007 a 2010 foram feito 1.400 atendimentos. Atualmente, o Governo do Paraná disponibiliza três helicópteros - baseados em Londrina, Curitiba e Cascavel - e um avião UTI, exclusivo da Secretaria de Estado da Saúde, que fica na capital à disposição de todas as regiões do Estado. Além disso, outras três aeronaves, da Casa Militar, são utilizados sempre que necessário. 

PRIMEIRO MUNDO - O diretor de Políticas de Urgência e Emergência da Secretaria da Saúde, Vinicius Filipaki, afirma que a decisão de disponibilizar os recursos públicos para o atendimento das principais necessidades da população é uma marca importante desse governo. “O Paraná vive uma realidade de atendimento aeromédico que o aproxima dos países de primeiro mundo”, afirma Filipaki, que é médico na área de emergência há 30 anos. 

“Não vivemos mais em uma pré-história de assistência de urgência, em que situações como essas eram manejadas eventualmente. Hoje é regra e rotina no Paraná que este tipo de atendimento seja tratado com responsabilidade e eficiência. No Brasil, poucos estados possuem hoje uma frota aeromédica como essa e obtêm resultados de atendimento como os que conseguimos no Paraná, com essa decisão do governador”, ressalta Filipak.




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