quarta, 11 de dezembro de 2019


Ter, 23 de Maio de 2017 13:22

MPF reforça pedido de condenação contra Cabral por corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato


O Ministério Público Federal (MPF) reforçou o pedido de condenação contra o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), a mulher dele, Adriana Ancelmo, e outros três réus em uma ação penal da Lava Jato por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro.

As alegações finais do MPF foram protocoladas no site da Justiça Federal na noite de segunda-feira (23) e são a última etapa na tramitação do processos. Antes da sentença do juiz, há ainda o prazo para a defesa também protocolar as alegações finais.

De acordo com o MPF, Sérgio Cabral, a mulher Adriana Ancelmo e outros dois réus – Carlos Miranda e Wilson Carlos – “se valeram do cargo do ex-governador para solicitar e receber vantagem indevida”. Este fato, segundo os procuradores, é motivo para aumento de pena para os crimes de corrupção.

Ainda de acordo com o MPF, o grupo teve envolvimento no pagamento de vantagens indevidas a partir do contrato da Petrobras com o Consórcio Terraplanagem Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), formado pelas empresas Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão.

“São bastante expressivas as quantias repassadas a título de pagamento de vantagens indevidas e posteriormente branqueadas, individual ou coletivamente consideradas, demarcando operações financeiras significativas e com consequente grave prejuízo aos cofres públicos”, afirmaram os procuradores nas alegações finais.

Rogério Nora e Clóvis Peixoto também foram denunciados pelo MPF e se tornaram réus nesta mesma ação penal pelo crime de corrupção ativa. Entretanto, em janeiro de 2017, o MPF requereu a suspensão do processo em relação aos dois, devido ao acordo de colaboração premiada firmado com eles.




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