quarta, 13 de novembro de 2019


Ter, 08 de Agosto de 2017 11:12

Se deputados não complicarem, governo pode dar uma ‘enxugada’ na máquina

(Imagem: Daniel Castellano/Gazeta) (Imagem: Daniel Castellano/Gazeta)


 

O governador Beto Richa (PSDB) enviou uma série de projetos de lei para a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) que, segundo ele, podem gerar economia de até R$ 100 milhões, nos próximos anos. A maioria das medidas pretende mudar determinadas funções do serviço público. As maiores alterações, caso as propostas sejam aprovadas, vão mexer com a área de segurança pública.

Para garantir o reforço de policiais nas ruas, sem novos concursos públicos, o governo propõe pagar horas-extras aos servidores que já estão na ativa. A mudança atingiria policiais militares, bombeiros, educadores sociais e agentes penitenciários. Caso a medida seja aceita pelos deputados, os funcionários dessas categorias podem ser chamados ao trabalho, mesmo nos horários de folga.

Outra proposta é dar incentivos para que policiais aposentados voltem ao trabalho. Eles exerceriam apenas funções internas e burocráticas, enquanto os mais novos poderiam ir para as ruas. Há ainda um projeto que prevê vantagens para policiais que decidirem adiar as aposentadorias.

Áreas ambiental e agropecuária

O governo pretende acabar com o Instituto de Florestas do Paraná. O órgão é vinculado à Secretaria da Agricultura e Abastecimento e deixaria de existir, caso o projeto seja aprovado. Entre as medidas também estão o fechamento de vagas na Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar).

Os projetos estão correndo sob regime de urgência na Alep. As propostas foram encaminhadas para a Comissão de Constituição e Justiça. A expectativa do governo é de que os projetos sejam votados em plenário até o fim deste mês de agosto.

 




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