Qua, 06 de Setembro de 2017 12:06

Delegado Rubens Recalcatti será julgado por Órgão Especial do TJ-PR


A Vara Criminal de Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, determinou que o processo contra o delegado Rubens Recalcatti (PSD), agora deputado estadual, seja julgado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Os outros sete réus da ação devem ser julgados pelo Tribunal do Júri, de acordo com a decisão.

Recalcatti assumiu uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) em maio deste ano. Por conta disso, ele passou a ter foro privilegiado.

Ele é acusado de envolvimento no assassinato de Ricardo Geffer, em 2015, e responde por homicídio triplamente qualificado. Geffer era suspeito de ter participado da morte do ex-prefeito de Rio Branco do Sul, João Dirceu Nazzari, conhecido como João da Brascal. O político era casado com uma prima do delegado.

A decisão foi proferida pelo desembargador Carlos Mansur Arida, em agosto deste ano, e cabe recurso.

De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), Geffer foi morto após ser preso pela equipe de Recalcatti, em Rio Branco do Sul. O deputado nega a acusação.

Em nota, o advogado Cláudio Dalledone, que representa Rubens Recalcatti, disse que entende que o processamento unificado é muito mais produtivo e preserva a segurança jurídica, mantendo a equidade das decisões judiciais.

"Para manter a unidade do julgamento, a defesa já está promovendo os recursos cabíveis para que o Órgão Especial do Tribunal de Justiça mantenha o processo unificado", disse o advogado.

 




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