Qui, 14 de Setembro de 2017 13:42

TCP, projeto que Panorama acompanhou desde seu início, apoiou e divulgou


O empreendimento do Terminal de Contêineres de é um dos maiores e bem sucedidos em termos de logística portuária, cuja contribuição para o desenvolvimento da atividade no Paraná, no Brasil e na América Latina é de extraordinária importância. Tendo à frente empresários e administradores obteve notável desenvolvimento.

Com uma capacidade anual de 1,5 milhão de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e iniciando uma expansão que elevará sua capacidade para 2,4 milhões de TEUs/ano até 2019, a TCP opera, em regime de concessão, um dos maiores terminais de contêineres do Brasil e da região latinoamericana.

A revista Panorama orgulha-se em ter participado do sucesso do projeto desde seu início em 1998, apoiando e divulgando o empreendimento, tanto nas edições impressas como também por esse site de alcance internacional.

O apoio de Panorama deve-se em parte por ser o TCP uma proposta nascida e executada através da visão de líderes paranaenses, entre os quais Salomão Soifer, comandante do Grupo Soifer que atua em diversificadas áreas empresariais.
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Salomão Soifer, uma dos sócios fundadores

Por se tratar de um projeto ousado e de grande importância, atraiu investidores internacionais de grupos espanhóis e norteamericanos. O interesse se destaca ainda mais com a recente negociação com a chinesa China Merchants Port Holdings Co Ltd.

Investimentos, ampliação, modernização e modernização constantes levaram o TCP ao patamar que hoje se encontra, realçando a importante contribuição que deu à logística portuária no país e especialmente ao Porto de Paranaguá que atualmente ostenta seguidos recordes em movimentação, notadamente no setor internacional de exportação.

(FACSÍMILE DE NOTÍCIA DO TCP EM PANORAMA)

Notícias do Terminal de Contêineres de Paranaguá

A TCP Log – subsidiária logística da TCP (empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá) recebeu, na última semana, dois secadores agroindustriais que, juntos, somam 120 toneladas. As peças foram importadas de Xangai, na China, para a região Sul do País.

As duas peças foram trazidas para o Brasil em camas de flat rack, modalidade destinada à cargas com dimensões excedentes, e chegaram em Paranaguá a bordo do supercargueiro MSC Julie. “Esse modelo de navio não conta com guindastes próprios, exigindo que o Terminal que irá recebê-lo tenha capacidade técnica e operacional para realizar a descarga das peças”, explica Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial do Terminal.
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Superintendente Juarez Moraes e Silva

O Terminal de Contêineres de Paranaguá utilizou simultaneamente dois guindastes móveis do tipo MHC (Mobile Harbour Crane), com capacidade para até 100 toneladas cada. A operação durou ao todo 40 minutos, com apoio de cinco colaboradores da TCP Log, além de trabalhadores ligados ao OGMO (Órgão Gestor de Mão de Obra do Trabalhador Portuário).

“As cargas projetos, geralmente, são peças grandes e pesadas, que exigem um estudo detalhado para a operação de traslado do navio para o costado. Qualquer movimentação não estudada pode causar quedas e avarias no produto, causando grandes prejuízos para o importador”, enfatiza o Superintendente. Para a descargas dos dois secadores industriais, a TCP Log realizou ensaios prévios, que garantiram o sucesso da operação.

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