sexta, 15 de dezembro de 2017


Qui, 02 de Novembro de 2017 20:20

Depois de classificar seu trabalho de ‘escravo’ ministra desiste de dobrar o próprio salário; deduz-se que continuará “escrava”

'linda luís' não obteve carta de alforria... 'linda luís' não obteve carta de alforria...


A assessoria da ministra Luislinda Valois informou nesta quinta-feira (2) que ela desistiu de reivindicar do governo o acúmulodo salário integral da atual função com a aposentadoria de desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia.

O acúmulo somaria R$ 61 mil, valor que supera o teto do funcionalismo, de R$ 33,7 mil. Entre as justificativas que apresentou no pedido, disse que trabalhar sem receber contrapartida "se assemelha a trabalho escravo".

"Considerando o documento sobre a situação remuneratória da ministra Luislinda Valois, o Ministério informa que já foi formulado um requerimento de desistência e arquivamento da solicitação", informou nota divulgada pela assessoria do Ministério dos Direitos Humanos.

Atualmente, Valois recebe por mês R$ 30,4 mil pela aposentadoria de desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia. Como ministra, ela recebe somente R$ 3,3 mil e tem descontados R$ 27,6 mil, o chamado "abate teto".

Trechos do documento de 207 páginas enviado por Valois à Casa Civil reividicando o acúmulo das duas remunerações foram publicados nesta quinta pelo jornal "O Estado de S.Paulo".

NR: A ministra foi infeliz em tudo: 1) Deveria saber o que caracteriza ‘trabalho escravo’; 2) Deveria saber que a lei (a Constituição Federal) proíbe acumular salário: 3) Deveria saber, quando foi indicada, qual seria o salário; 3) Se não quer continuar ‘escrava’ baste pedir exoneração; 4) Deveria saber que R$ 37 mil mensais + mordomias do cargo não é salário de escravo...

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