domingo, 19 de novembro de 2017


Ter, 07 de Novembro de 2017 11:45

'Coreia do Norte é uma ameaça que exige ação mundial', diz Trump em visita à Coreia do Sul

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou de entrevista coletiva com o presidente da Coreia do Sul,  Moon Jae-in, nesta terça-feira (7) (Foto: Jonathan Ernst/ Reuters) Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou de entrevista coletiva com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, nesta terça-feira (7) (Foto: Jonathan Ernst/ Reuters)


Em visita à Coreia do Sul, o presidente americano, Donald Trump, afirmou na manhã desta terça-feira (7) que a Coreia do Norte é uma ameaça mundial e que a crise exige uma ação que deve mobilizar outras potências, segundo a CNN. Essa é a 2ª parada da primeira viagem do chefe de estado americano à Ásia.

“A Coreia do Norte é uma ameaça mundial que exige ação mundial. Nós fazemos um apelo para que todas as nações responsáveis, incluindo a China e a Rússia, exijam que o regime norte-coreano acabe com suas armas nucleares e seu programa de mísseis”, afirmou Trump, em entrevista coletiva ao lado do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, em Seul.

Trump mencionou “bom progresso” na relação com a Coreia do Norte e fez apelo para Pyongyang a negociar um acordo, de acordo com a Associated Press. "Eu acho que estamos mostrando muita força. Enviamos três dos maiores porta-aviões do mundo [para a península coreana] e um submarino nuclear também está posicionado. Esperamos que nunca precisemos usar", afirmou.

"Dito isso, eu realmente acredito que faz sentido que a Coreia do Norte chegue à mesa de negociações e faça um acordo que seja bom para o povo da Coreia do Norte. Eu vejo certo movimento, mas vamos ver o que acontece", afimou.

O presidente sul-coreano afirmou que os dois chefes de estados concordam em buscar uma diplomática para a crise com a Coreia do Norte. “Presidente Trump e eu concordamos em trabalhar para resolver a crise nuclear com a Coreia do Norte de uma maneira pacífica”, afirmou o presidente sul-coreano.

Especialistas divergem sobre as chances reais de um confronto direto - e potencialmente destrutivo - entre os dois países, mas os programas balístico e nuclear da Coreia do Norte prosseguem apesar dos incessantes apelos da comunidade internacional.


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