terça, 18 de setembro de 2018


Sáb, 30 de Dezembro de 2017 10:17

Ascensão e queda da criptomoeda bitcoin


Esse foi um ano e tanto para as criptomoedas. O bitcoin começou 2017 valendo menos de US$ 1 mil (aproximadamente R$ 3,3 mil) e, em dezembro, quase ultrapassou US$ 20 mil em meio a dois meses de grande flutuação.

Durante toda a curva de ascensão do preço da moeda, céticos previram que a bolha iria estourar – e, há duas semanas, parecia que isso estava de fato ocorrendo.

O preço da moeda caiu até quase US$ 13 mil - e passou a flutuar neste patamar. Na sexta, abriu o dia em US$ 14,4 mil e fechou em US$ 13,3 mil. As mudanças têm acontecido com tanta velocidade que qualquer artigo ou matéria sobre a flutuação ficam velhos cinco minutos depois de serem escritos.

O que é preocupante é que estamos no estágio comum em bolhas econômicas em que as pessoas entram na onda de forma impulsiva, sem pensar muito, com pouco conhecimento sobre como o bitcoin funciona e sobre os riscos envolvidos.

Na semana passada, visitei um caixa eletrônico de bitcoin em um café dentro de uma estação de metrô em Londres. Já tinha passado por lá antes, quando parecia ser muito pouco utilizado, mas, dessa vez um fluxo constante de pessoas – em sua maioria homens jovens – chegava para botar notas de 20 libras na máquina e comprar uma pequena fração de bitcoin.

A maioria deles não queria conversa, mas um me contou que investiu cerca de 10 mil libras em criptomoedas. Quando perguntei o que ele faria se a bolha de fato estourasse, respondeu: "Vou manter as moedas. Tenho certeza que o preço vai subir de novo. Mesmo se cair muito, vou segurar [as moedas]."  (Com Redação, G1 e Agências)




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