quinta, 18 de janeiro de 2018


Dom, 31 de Dezembro de 2017 10:45

Etíope Dawitt Admasu arranca nos últimos 5km e é bicampeão da São Silvestre


Em uma manhã nublada e com chuva em São Paulo, o etíope Dawitt Admasu e a queniana Flomena Cheyech foram os mais rápidos entre os 30 mil participantes da 93ª edição da São Silvestre, neste domingo. Admasu arrancou nos últimos 5km para levar seu segundo título na tradicional prova brasileira de 15km, enquanto Flomena dominou quase todo o percurso e cruzou a linha de chegada em primeiro, após ter batido na trave em 2016. O Brasil ficou longe do pódio. Joziane Cardoso ficou em 10º, e Ederson Vilela foi 11º.

- Quero agradecer à torcida de São Paulo, que me ajudou. Eu treinei duro, me preparei bem, então estou muito feliz - disse Admasu.

FEMININA
A queniana Flomena Cheyech é campeã da São Silvestre (Foto: Marcos Ribolli)

O início da disputa feminina poderia propor que a briga seria apertada. Até os primeiros 5km de prova, um grupo grande mantinha a liderança. Mas, na metada da prova, a queniana Flomena Cheyech apertou os passos e começou construir sua vitória. Depois de ser vice em 2016, desta vez, Flomena não quis perdar a chance de subir no alto do pódio e foi se distanciando cada vez mais das rivais até cruzar a linha de chegada em primeiro com larga vantagem, em 50m18s.

- Estou feliz. A prova foi muito boa. Corri sozinha, mas não foi fácil. Eu treinei muito no Quênia. Ano passado eu fiquei um pouco insegura, e por isso fiquei em segundo lugar. Neste ano estava mais bem treinada e fui confiante - disse Flomena.

NÓS

O Brasil ficou longe do pódio no masculino e no feminino. A melhor colocação foi o 10º lugar de Joziane Cardoso. No masculino, o brasileiro mais bem colocado foi Ederson Vilela, em 11º lugar. O último do país a vencer foi Marilson Gomes dos Santos, em 2010. No feminino, Lucélia Peres foi a última brasileira campeã, em 2006, ano que teve dobradinha dos anfitriões com Franck Caldeira.

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