Qua, 11 de Abril de 2018 14:24

Osmar Dias diz que não corre atrás de alianças e que não apoiará Ciro Gomes



Candidato ao governo estadual pelo PDT em 2018, Osmar Dias afirmou nesta quarta-feira (11), durante visita na ExpoLondrina, que não está procurando alianças partidárias para o pleito de outubro. "Estou preocupado em elaborar um bom projeto para o Paraná. Não corro atrás de legendas para rechear a minha candidatura. Eu apenas coloco o planejamento na mesa, e aqueles que aceitarem as propostas serão bem-vindos. Tem que ser do meu jeito", frisou.

Segundo publicou o jornal Folha de Londrina, para Dias, "o Paraná tem muitas oportunidades de crescimento que não estão sendo aproveitadas". E é com base neste conceito que o pedetista assegura ter desenvolvido suas ideias. "Não nego o meu passado. Já trabalhei para o agronegócio, agora pretendo fomentar a parte urbana". Em uma clara referência à gestão Beto Richa, que deixou o Palácio do Iguaçu no final de março para concorrer ao Senado, ele citou que "não aprova o modelo atual de administração. Felizmente que isso está acabando", opinou.

RECADO A CIRO GOMES

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Ciro, sem palanque no Paraná

Osmar Dias (PDT) já avisou ao presidente da legenda, Carlos Lupi, que não vai apoiar Ciro Gomes ao Planalto.

Isso porque não abre mão de trabalhar pela candidatura do irmão, o senador Alvaro Dias (PODE).

Apesar de Lupi garantir que a situação não abala o partido, o clima interno é ruim. E Lupi terá problemas para montar o palanque de Ciro no Paraná, segundo publicou a revista Veja.

Apesar de militar no PDT, Osmar Dias garantiu que irá apoiar o irmão, o senador Álvaro Dias (Podemos), já confirmado como candidato à Presidência da República. "Sou e continuarei a ser leal a ele. Esse assunto já foi superado com a Executiva nacional. Reitero que não colocarei na mesa essa negociação entre os partidos e políticos".

PESQUISA

O pedetista também foi enfático quando questionado sobre o resultado da pesquisa do Ibope Inteligência, que mediu a intenção de voto para o governo estadual.

"Os outros dois (Cida Borghetti, do PP, e Ratinho Júnior, PSD) são candidatos há sete anos. Mesmo assim, gostei da receptividade dos eleitores".




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