Qui, 12 de Abril de 2018 18:45

Cresce no PT o movimento para substituir Gleisi, a “porta-voz” de Lula, por alguém menos delirante

Fora Gleisi? Fora Gleisi?


Quem não suporta mais os diuturnos devaneios discursivos da presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, senadora Gleisi Helena Hoffmann (PR), não deve perder a esperança. Principalmente em relação às descabidas declarações em defesa de Lula, preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro.

Essa tábua de salvação aos brasileiros de bem decorre do fato de que o próprio PT está farto do histerismo que marca as declarações da presidente do PT, alvo de críticas cada vez menos veladas de correligionários que creem que sua posição como “porta-voz” de Lula contribui para enterrar de vez a imagem do ex-presidente da República e do partido, que segundo os procuradores da Operação Lava-Jato é uma organização criminosa.

“Se o julgamento de Gleisi Hoffmann [ré por corrupção e lavagem de dinheiro] for marcado pelo Supremo, setores do PT defendem substituí-la por um dos vice-presidentes. O nome que está na reserva é o do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha”, revela o jornal “O Estado de S. Paulo”.

A avaliação da cúpula petista é que Gleisi Helena, além de estar quase tão enrolada com a Justiça quanto Lula, passa uma imagem de radicalismo e selvageria que em nada aumenta a simpatia da opinião pública pela legenda.

Ademais, o próprio histórico de Gleisi Hoffmann, que nas planilhas de propina da Odebrecht é citada sob o sugestivo codinome “Amante”, carrega o carma de ter nomeado um pedófilo para cargo de assessor especial da Casa Civil durante o governo da “companheira” Dilma Rousseff.

Eduardo Gaievski, o monstro sexual da Casa Civil, foi incumbido por Gleisi de comandar as políticas do governo federal destinadas a crianças e adolescentes, no melhor estilo “raposa tomando conta do galinheiro”. Condenado a mais de cem anos de prisão e cumprindo pena em penitenciária de Francisco Beltrão, no interior do Paraná, Gaievski continua regularmente filiado ao PT, o que contraria os ditames da legenda.(Por Uchoa Haddad, postado em 'Blog do Tupan'/Bem Paraná)




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