domingo, 19 de agosto de 2018


Sex, 01 de Junho de 2018 19:26

Delegado diz que confrontos mostram que torcida única não é solução para coibir violência

Delegado Galvão Delegado Galvão


Desde o dia 16 de março, o Ministério Público tem feito experiências com torcidas únicas nos estádios de Curitiba. Entretanto, nos dois últimos jogos (Paraná X Atlético e Atlético X Santos) aconteceram confusões. Para o delegado Clóvis Galvão, chefe da Delegacia de Futebol e Eventos (Demafe), a torcida única não é a solução para acabar com a violência.

“A torcida única não vai eliminar o problema. Ontem, esperaram a torcida sair para brigarem. O cidadão não vai ao estádio, mas ficará à estreita para brigar. Eu acho que tem que ser avaliado com muito cuidado para tomar uma decisão, mas por enquanto não vejo como solução”, disse à Banda B, nesta sexta-feira, o delegado Galvão.

Segundo o delegado, o mais importante é saber o que os clubes pensam. “Nós não temos problemas no estádio de futebol. O que tem lá é resolvido lá. O nosso problema é depois do espetáculo, confronto em terminais, bairros e ruas. A decisão tem que ser dos clubes, porque os mais interessados são eles. Será que eles querem?”, questionou.

Em São Paulo, a torcida única em clássicos deu certo, mas de acordo com Galvão é porque lá a realidade é outra. “Não pode comparar o futebol paulista com o paranaense. Porque a torcida do Corinthians lota completamente o estádio, a do Palmeiras também, diferente daqui, onde a realidade é outra”, afirmou.

Por fim, o delegado destacou a biometria, empregada na Arena da Baixada, como um ponto de partida para diminuir a violência. “Acho que a biometria é uma maneira eficaz de retirar do espetáculo o mal elemento. Isso já está acontecendo”, concluiu. (Da Banda B)

>>>>>>>>>NR: TORCIDA ÚNICA É UMA ASNICE QUE NÃO DEU O RESULTADO ESPERADO EM LUGAR NENHUM...




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