Sáb, 07 de Julho de 2018 04:46

CBF quer dar mais quatro anos a Tite... cadávere nem esfriou e se fala disso. Não se dá prêmio a perdedor...

980 resjustável, 40 anos? canto hino à bandeira... "salve lin..." 980 resjustável, 40 anos? canto hino à bandeira... "salve lin..."

CBF quer dar mais quatro anos a Tite... cadávere nem esfriou e se fala disso. Não se dá prêmio a perdedor...

Vamos por parte, em análise simples. Todos os treinadores priorizam jogadores que atuam no exterior, que se lá estão merecem. Todavia, quando chamados para a Seleção eles apenas cumprem uma norma e a maioria vem com má vontade e não veste a camisa amarela com disposição, pois isso não lhes dá nenhum bônus a mais. É por isso que, como selecionado, o Brasil vem falhando há décadas...

Tite é um treinador como todos os anteriores, que obedece à diretriz da CBF, que paga (no caso de Tite) mais de R$ 900 mil e dita a norma. Subjugado a isso, o treinador não manda, acata. Como amistosos que tecnicamente muito pouco acrescentam. E convoca o ‘estrangeiro’ que tem tudo o que lhe interessa: fama, fortuna, popularidade. Este, jogar pela seleção é ritual enfadonho e até perigoso, pois pode sofrer contusão que lhe vai atrapalhar o contrato com o clube. Para este, seleção é um saco, uma bosta. Mas são exatamente esses os chamados pelo treinador que tem mais que agradar a boa ‘dama’ que muito bem lhe paga. E o bom jogador brasileiro nativo, que com gana e alma brasileira e vontade de se sobressair fica esquecido, como refugo.

É tema comum e todos sabem: se não jogar no exterior, preferencialmente na Europa, não será chamado para a Seleção. E os que aqui estão, bons e não convocados por covardia do treinador, têm no âmago o verdadeiro talento nato de nossos futebolistas. Teriam na Seleção, em uma Copa, a vitrine desejada, o que lhes é negado por uma entidade mercantilista e corrupta por essência e por treinador (seja lá quem for) ‘pau mandado da dita entidade’.

Para finalizar, esse quesito de treinador ‘vaquinha de presépio’ ante a CBF, vale rememorar uma declaração de Rubens Minelli, que na época era o maior – mil vezes mais que Tite. Minelli tinha currículo, campeão em todas as categorias e títulos internacionais com clubes brasileiros. Era o que se pode dizer, um vencedor total.

Pois numa entrevista – quando a Seleção Brasileira andava sem norte e com o prestígio no chão -, perguntaram a Minelli quanto a possibilidade de assumir, pois seu nome era unanimidade nacional no meio futebolístico, com Copa do Mundo à vista... A pergunta feita não interessa, a essência é a resposta de Rubens Minelli: “A CBF jamais me convidaria. E sabe por que? Porque na Seleção eu é que mandaria...” – disse tudo o Professor Minelli.

Certamente este tipo de análise e de comentário é feito a cada Copa que o Brasil não chega ao tão sonhado hexa. Pois é isso mesmo, por isso o sonho do hexa vem sendo adiado de quatro em quatro anos...

As mais significativas conquistas do Selecionado Brasileiro ocorrerem quando a Seleção era genuína:  58, 62, 70.

E nada mais deve ser dito... Até Qvatar 2022...




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