segunda, 19 de novembro de 2018


Seg, 09 de Julho de 2018 16:39

Polêmica das campanhas virtuais...


Primeiro foi a Folha de S. Paulo a noticiar que 64% dos seguidores de Alvaro Dias eram robôs.  Ele negou: trata-se de um “fake news”, uma vez que “o relatório do instituto responsável pelo levantamento contraria a matéria do jornal”. Sua assessoria diz que a Folha “forçou a barra”, “mentiu”. Agora é a vez de O Estado de S. Paulo:  37,4% dos seguidores de pré-candidatos à Presidência no Brasil são robôs.O recordista é o senador Álvaro Dias, postulante ao cargo pelo Podemos. Mais de 60% de seus seguidores no Twitter são formados por perfis falsos.

Emanuel Bomfim, O Estado de S. Paulo – Qual o tamanho da influência que os robôs poderão ter nas eleições de outubro? Estes programas automatizados, batizados de “bot” e fáceis de serem comprados, ajudam na obtenção de maior relevância na rede. Pesquisa recente da InternetLab mostrou, por exemplo, que, em média, 37,4% dos seguidores de pré-candidatos à Presidência no Brasil são robôs.

O recordista é o senador Álvaro Dias, postulante ao cargo pelo Podemos. Mais de 60% de seus seguidores no Twitter são formados por perfis falsos. Para entender mais do assunto, conversamos com um especialista: Fabro Steibel, pesquisador do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). Ele explica que os robôs sempre existiram, desde o início da internet. O problema, segundo ele, é para qual finalidade eles são empregados. E no caso da política, se eles estão sendo contratados pelos candidatos. O que não é permitido.

Essa cantilena irá longe, muito além da eleição de outubro...




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