Sex, 27 de Julho de 2018 13:31

Coronel Malucelli critica cotas a presos

Coronel Malucelli, direto ao ponto... Coronel Malucelli, direto ao ponto...


O decreto assinado na última terça-feira pela presidente da República em exercício, Cármen Lúcia, que determina que empresas contratadas pelo governo federal para prestação de serviços ofereçam cotas para presidiários e ex-presidiários sempre que os contratos ultrapassarem R$ 330 mil, retomou a discussão sobre a ressocialização.

Ontem (26), em entrevista à Rádio Bandnews FM de Maringá, o coronel Sérgio Malucelli, presidente licenciado da Fetranspar (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná) e pré-candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa, criticou a decisão.

“Dentre os vários absurdos que nós vemos, esse é um dos maiores”, disse. O coronel acredita que o texto deve ser revisto e amplamente discutido com a comunidade.

“É uma brincadeira de mau-gosto. Você coloca pessoas que roubaram, traficaram, assaltaram dentro de uma empresa. Isso é uma terceirização da responsabilidade de ressocializar que é do Estado. Encontraram uma forma de tirar o peso das costas deles e jogar para o empresário”, destacou.

Obrigatório:

Apresentado pelos ministros Raul Jungmann (Segurança Pública) e Gustavo Rocha (Direitos Humanos), o decreto presidencial torna “obrigatória” a contratação de presos e ex-presidiários pelas empresas que vencerem licitações para serviços com a administração pública federal direta e também com autarquias e fundações.
A porcentagem das vagas é de 3% para contratos que exijam contratação de 200 ou menos funcionários; 4% de 201 a 500 funcionários; 5% de 501 a 1 mil funcionários; e 6% das vagas para contratos com mais de 1 mil funcionários. (Fonte: Metro Maringá / Paraná portal)

 

 




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