terça, 11 de dezembro de 2018


Qui, 16 de Agosto de 2018 23:18

Greca critica “peste dos sindicatos” e diz que concursos não têm a velocidade da cidade


O prefeito Rafael Greca criticou, durante cerimônia de entrega da UPA CIC, a medida judicial que impediu a reabertura da unidade no prazo inicialmente estipulado. Em discurso, o prefeito citou o Dia de São Roque para criticar medidas recentes dos sindicatos municipais de Curitiba.

“São Roque é o protetor contra a peste. Nossa mãe ensinava que, quando a gente tinha medo de cachorro louco, tinha que invocar São Roque. Agora, ele também é o protetor contra a peste dos sindicatos, que querem impedir o povo de ter os bons serviços”, disse o prefeito.

A reabertura da UPA CIC estava marcada para 31 de julho, mas o Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR) e o Sindicato dos Médicos do Estado do Paraná (Simepar) conseguiram uma liminar que suspendeu o processo de terceirização para contratação dos profissionais de saúde. Para a entidade, a contratação dos médicos é prejudicada neste modelo implantado pela Prefeitura de Curitiba, o de organização social (OS).

Sobre a contratação, Greca falou que a OS possibilita maior agilidade de atendimento e economia de recursos. “Eu chamei 40 médicos do concurso, vieram apenas nove. O mundo dos concursos não tem a velocidade da cidade, nem da necessidade do povo, por isso usamos outros instrumentos para bem servir”, concluiu.

UPA CIC

A UPA CIC tem capacidade para fazer 450 atendimentos por dia. Segundo a prefeitura, o funcionamento será 24 horas, com atendimento voltado a casos de urgência e emergência, em que há risco de vida, assim como as demais UPAs da cidade.

Foram investidos R$ 300 mil na reforma da unidade de 1.814 metros quadrados. A UPA CIC reforçará a rede de urgência e emergência no Sul da cidade. Esta é a nona UPA de Curitiba e a primeira que vai funcionar num novo modelo, com gerenciamento realizado por OS.

A administração municipal afirma que o novo modelo vai trazer uma economia mensal de R$ 408.651,00 aos cofres municipais. O custo mensal da OS será de R$ 1.697.200,00 – 19,5% a menos que no modelo tradicional aplicado na cidade.  (Por Felipe Ribeiro e Flávia Barros/Radio Banda B).




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