quarta, 19 de dezembro de 2018


Seg, 01 de Outubro de 2018 17:02

BOMBA NA RETA FINAL DA CAMPANHA: Delação de Palocci tem parte liberada pelo juiz Sérgio Moro e gera profusão de manchetes na mídia


O juiz Serio Moro quebrou o sigilo de parte do acordo de colaboração de Antonio Palocci com a Polícia Federal, informa Bruna Narcizo.
Moro incluiu as informações delatadas por Palocci na ação penal do Instituto Lula. No despacho, o juiz afirma que “examinando o seu conteúdo, não vislumbro riscos às investigações em outorgar-lhe publicidade”.

Com essa decisão começaram a pipocar em toda a mídia nacional revelando muita novidade sobre o esquemão na Petrobrás que quse aniquilou com a maior empresa brasileira

Veja a seguira algumas das manchetes:

Palocci diz que Lula sabia da corrupção na Petrobrás desde 2007

Delação de Palocci contém uma narrativa minuciosa e explica como foi montado o esquema de propinas e loteamento de cargos

 

Palocci: Lula fingia indignação


No anexo 1 da colaboração judicial do ex-ministro da Fazenda, ele rememora os bastidores da nomeação de diretores da Petrobras ligados a partidos como PT, PP e PMDB e diz que Lula, que tinha ciência dos compromissos, costumava fingir indignação com as denúncias que começavam a aparecer.
Segundo ele, “era comum Lula, em ambientes restritos, reclamar e até esbravejar sobre assuntos ilícitos que chegavam a ele e que tinham ocorrido por sua decisão”.
Leia aqui a íntegra do depoimento.

Indicação de Paulo Roberto Costa, garantia de ilicitudes

Segundo a delação de Palocci, Lula indicou Paulo Roberto Costa à diretoria de Abastecimento da Petrobras para "garantir espaço para ilicitudes".

O ex-ministro afirmou que a Odebrecht entrou em conflito com Rogerio Manso, então Diretor de Abastecimento da estatal, por não encontrar espaço para negociar o preço da nafta – um derivado do petróleo – para a Braskem, empresa controlada pelo grupo.

 

Contas eleitorais: PT usou e abusou do Caixa 2

Segundo o ex-ministro, as campanhas do PT foram abastecidas com caixa dois. Palocci afirma no depoimento que as campanhas em 2010 e 2014 custaram, respectivamente, R$ 600 milhões e R$ 800 milhões. Esse valores seriam mais que o dobro do que foi declarado oficialmente à Justiça Eleitoral na época, de acordo com o depoimento.

 

 

Das mil medidas provisórias do PT, 900 tinham propina, diz Palocci

A delação de Palocci traz um dado estarrecedor, segundo Claudio Dantas d’O Antagonista: houve pagamento de propina para a inclusão de “emendas exóticas” em 900 das mil medidas provisórias editadas nos quatro governos do PT.



Pré-sal, eleição de Dilma e corrupção

Palocci afirmou à Polícia Federal que havia "um interesse social e um interesse corrupto com a nacionalização e desenvolvimento do projeto do pré-sal".

O ex-ministro relatou uma reunião que teria ocorrido no início de 2010, na biblioteca do Palácio do Alvorada, com Lula - na época presidente do país -, Dilma Rousseff e José Sérgio Gabrielli, então presidente da Petrobras.

Segundo Palocci, nesta reunião, Lula "foi expresso ao solicitar do então presidente da Petrobras que encomendasse a construção de 40 sondas para garantir o futuro político do país e do Partido dos Trabalhadores com a eleição de Dilma Rousseff, produzindo-se os navios para exploração do pré-sal e recursos para a campanha que se aproximava".

Palocci: Lula sabia da corrupção na Petrobrás desde 2007

“Em fevereiro de 2007, logo após sua reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva convocou o colaborador, à época deputado federal, ao Palácio da Alvorada, em ambiente reservado no primeiro andar, para, bastante irritado, dizer que havia tido ciência de que os diretores da Petrobrás Renato Duque e Paulo Roberto Costa estavam envolvidos em diversos crimes no âmbito das suas diretorias”, relatou Palocci.

 




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