quarta, 19 de dezembro de 2018


Qui, 04 de Outubro de 2018 11:47

Amoêdo acredita na virada, embora, como semeador, espera colher frutos nas próximas safras

Amoêdo, o semeador Amoêdo, o semeador


Ao desembarcar na capital paranaense, na terça-feira (02), João Dionisio Filgueira Barreto Amoêdo, sentiu no rosto o clima da primavera curitibana. Carioca, 55 anos, João Amoêdo, caminhou aproximadamente 800 metros pelo calçadão da rua XV de Novembro, da Praça Santos Andrade até a “Boca Maldita”, ponto de encontro de políticos paranaenses, embaixo de uma chuva forte e fria. Não se entregou e aguentou firme. Um desconhecido na política que já contabiliza 4% nas pesquisas.
Ao lado de 300 seguidores, com bandeiras azuis, foi cumprimentando pessoas nas ruas e no comércio, transmitindo esperança aos eleitores paranaenses e apostando em uma virada na reta final das eleições presidenciais. Amoêdo, do Partido Novo, que está desembolsando, de seu patrimônio pessoal, R$ 7 milhões para a campanha à Presidência da República (Amoêdo declarou à Justiça Eleitoral patrimônio pessoal de R$ 425 milhões), tem uma certeza: espalhar uma semente que poderá dar frutos daqui a quatro anos.
Na “Boca Maldita”, onde mais um grupo de pessoas o aguardava, o engenheiro, economista e administrador de empresas, que nunca teve cargo público e se aventurou na política por entender que o país pode mudar, crescer e se desenvolver sem corrupção e com qualidade de vida às pessoas, disse que o partido está vivendo um bom m omento e que é possível mudar e chegar ao segundo turno.
Em um discurso simples, com pés no chão, Amoêdo voltou a defender o fim do financiamento público eleitoral, uma reforma política com adoção do voto facultativo e distrital misto; privatização de empresas públicas; reforma da Previdência, manutenção das leis vigentes sobre aborto e a criminalização das drogas. Disse também que não acreditar em “salvadores da Pátria” mas no trabalho de equipe.
Para o candidato, uma derrota nas eleições presidenciais não será considerada um fracasso. O fundamental, em sua perspectiva, é participar, influenciar e interferir na reconstrução da política nacional, para que o debate de idéias ocupe o espaço do discurso populista que tem dominado as últimas disputas. “Não basta ter só um nome novo na política; é preciso ter postura e atitude novas.”
Amoêdo defende o liberalismo e capitalismo, o Estado mínimo, a redução pela metade no número de ministérios, redução de privilégios e de benefícios de autoridades, privatizações (inclusive BB e CEF), reformas (Previdência), rigor fiscal. parcerias público-privadas (Presídios), combate ao crime organizado, revogação do estatuto do desarmamento, revisão do pacto federativo, simplificação do sistema tributário e Programa de Cupons (Saúde e Educação) (Deu no Paraná Portal)




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