quinta, 17 de janeiro de 2019


Qui, 10 de Janeiro de 2019 14:14

Isolado no continente, antipático entre seu povo, Maduro toma posse para mandato condenado pela maioria dos governos; discurso tem arrogância e críticas e nenhuma esperança ao país em completa inanição

Mais ditador do que nunca... Mais ditador do que nunca...


Nicolás Maduro prestou juramento para seu segundo mandato na presidência na Venezuela nesta quinta-feira (10). A cerimônia aconteceu no Supremo venezuelano, porque a Assembleia Nacional, que é dominada pela oposição, não reconhece a legitimidade da sua reeleição. Ele deve ficar no poder até 2025.

Logo após prestar juramento, já com a faixa presidencial, Maduro criticou opositores durante discurso. Segundo ele, a Venezuela está no "centro de uma guerra mundial", conflito que, segundo ele, é travada por "governos satélites dos Estados Unidos".

Na fala, o venezuelano insistiu na crítica aos países vizinhos com presidentes opositores a Maduro, como o Brasil e a Colômbia. "Veja o caso do Brasil, o surgimento de um fascista como Jair Bolsonaro", atacou.

Sobre a Colômbia, cujo presidente Iván Duque também se opõe ao regime chavista, Maduro disse: "Quem libertou a Colômbia foi o exército de [Simon] Bolívar, não do Capitão América."

oposição política venezuelana e diversos países – entre eles, os Estados Unidos, o Canadá e os membros do Grupo de Lima, do qual o Brasil faz parte – não reconhecem a legitimidade do novo mandato de Maduro. A Organização dos Estados Americanos (OEA) também declarou, nesta tarde, que não vai reconhecer o governo do socialista.




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