terça, 12 de novembro de 2019


Ter, 26 de Março de 2019 19:17

Políticos: uma vergonha. No RJ, vergonha ao cubo...

Alerj: antro como o Palácio no governo Cabral Alerj: antro como o Palácio no governo Cabral


Deputado não poderia ser empossado porque está preso; o suplente igualmente não pode assumir porque também é bandido e está preso...

Os suplentes dos deputados estaduais presos por corrupção tomaram posse na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) na tarde desta terça-feira (26). Às 16h40, dois dos suplentes - Sérgio Fernandes (na vaga de Luiz Martins, do PDT) e Sérgio Louback (na vaga de Chiquinho da Mangueira, do PSC) tinham tomado posse - o primeiro só fez o juramento, porque já tinha assinado o livro ontem.

A decisão de dar posse a deputados que estão presos e depois convocar os suplentes gerou uma indefinição para os substitutos - muitos já ocupam cargos de vereadores em cidades do Rio e por isso ainda avaliam a possibilidade de ocupar um mandato tampão, que vai durar apenas enquanto os eleitos permaneceram na prisão.

Os suplentes ocuparão as vagas de cinco deputados presos por corrupção – André Corrêa (Democratas), Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante), Chiquinho da Mangueira (PSC) e Marcus Neskau (PTB).

Na última semana, a mesa-diretora da Alerj deu posse aos cinco deputados eleitos que estão presos. Foi a primeira vez que o livro histórico de posse saiu de dentro da Alerj. E o primeiro destino foi justamente o Complexo Penitenciário de Bangu, na Zona Oeste.

Coronel Jairo

Um dos suplentes não deverá ser empossado. O Coronel Jairo, que substituiria o deputado Neskau, também está na cadeia – ele foi preso na Lava Jato acusado de receber R$ 50 mil da organização criminosa de Sérgio Cabral (MDB).

A Alerj chegou a considerar a possibilidade de dar posse a Coronel Jairo na penitenciária de Bangu, como no caso dos deputados que foram empossados atrás das grades. A posse foi simbólica e os presos não terão direito a salário, gabinete, nem exercem funções até que, eventualmente, sejam soltos.

O entendimento da Casa para suplentes presos, no entanto, foi outro: Coronel Jairo tem 30 dias para ser empossado na própria Alerj. Caso não vá, perde direito à suplência.

NR – NO GERAL, OS POLÍTICOS BRASILEIROS SÃO FICHA SUJA, MAS NO RIO A BANDIDAGEM ENTRE POLÍTICOS É IMPRESSIONANTE: CORRUPTOS, LADRÕES, BANDIDOS COMUNS, ALIADOS AO NARCOTRÁFICO, MILÍCIAS E AO JOGO CLANDESTINO.




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