domingo, 20 de outubro de 2019


Qua, 27 de Março de 2019 21:23

Defesa de Richa pede que processo seja enviado à Justiça Eleitoral


Os advogados do ex-governador Beto Richa (PSDB) entraram com defesa prévia pedindo que a Justiça Federal do Paraná seja declarada incompetente para julgar a ação penal que ele responde na 23ª Vara Federal, na operação Integração, que investiga um esquema de propina de concessionárias de pedágio. No recurso (veja a íntegra), a defesa do tucano pede que a ação seja encaminhada à Justiça Eleitoral, já que a denúncia do Ministério Público Federal apontaria suposto crime de lavagem de dinheiro oriundo de doações eleitorais recebidas através de caixa dois de campanha.

A defesa do tucano pediram ainda que a denúncia seja rejeitada, alegando que a denúncia traz argumentos genéricos, e não apontam provas de que Richa tenha participado dos supostos crimes indicados. A defesa do ex-governador relaciou oito testemunhas no processo, entre elas, o primo de Richa, Luiz Abi Antoun, que está no Líbano desde 22 setembro de 2018; o ex-delegado da Receita Estadual, José Luiz Favoreto Pereira, condenado na Operação Publicano e o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSB).




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