quinta, 12 de dezembro de 2019


Sáb, 06 de Julho de 2019 10:49

Servidores prometem ato ainda maior pelo pagamento da data-base na próxima semana


O movimento de servidores em greve completou 11 dias de mobilização nesta sexta-feira e promete um novo grande ato para a semana que vem, em Curitiba. Descontentes com a proposta de Ratinho Júnior, trabalhadores ligados à área de segurança pública devem engrossar a participação na manifestação.

> O que dá para comprar com a proposta de reposição de Ratinho Júnior?

Na segunda-feira (8), uma carreata sai da Rua Professor Macedo Filho, no Bom Retiro, com destino ao Palácio Iguaçu, sede do Poder Executivo, no Centro Cívico. Irão participar desse ato representantes da da Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), Associação da Vila Militar (AVM), Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná (Sinclapol), Sindicato dos Peritos Oficiais e Auxiliares do Paraná (Sinpoapar), e outras doze organizações de servidores da segurança pública.

Já na terça-feira (9), quando completa duas semanas de paralisação, o Fórum de Entidades Sindicais (FES) organiza o segundo ato unificado de servidores estaduais pelo pagamento da data-base. A manifestação acontece na Praça 19 de Dezembro, a partir das 9 horas. Segundo o levantamento do movimento, o último ato reuniu 20 mil servidores nas ruas da capital. Caravanas são organizadas para levar servidores do interior para o ato.

SERVIDORES EM GREVE

O movimento reúne trabalhadores da Educação, Segurança, Saúde, Agricultura e Abastecimento do Estado que pedem a recomposição da inflação dos últimos 12 meses, calculadas em 4,94% pelo índice IPCA e um planejamento para a reposição dos salários congelados desde 2016. Ao todo, os servidores acumulam 17% de perdas para a inflação, o que representa 2,2 salários por ano.

Nesta semana, o governo propôs e encaminhou à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) um projeto de lei que prevê reajuste de 0,5% para 2019, 1,5% para 2020, 2021 e 2022. As duas últimas parcelas condicionadas ao crescimento da receita corrente líquida do caixa do governo.

A proposta foi recebida como uma “afronta” ao movimento. Entidades que representam as classes policiais, impedidas por lei de deflagrar greve, manifestaram um sentimento de traição por parte do governo.

> Greve: servidores consideram proposta uma ‘afronta’ e prometem acirrar mobilização
> Coronel aposta seu salário com deputados militares que governo não cumprirá data-base (MATÉRIA DO PARANÁ PORTAL)

 




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