segunda, 16 de setembro de 2019


Qui, 11 de Julho de 2019 11:19

Servidores estaduais seguem acampados na frente do Palácio Iguaçu

Compartilham o palácio do Ratinho Compartilham o palácio do Ratinho


Após passarem a noite de terça-feira (9) para quarta-feira (10) nas galerias do plenário da Assembleia Legislativa do Paraná, os servidores estaduais, dessa vez, passaram a madrugada desta quinta-feira (11) acampados em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico, em Curitiba. As barracas foram montadas em frente à porta principal, debaixo da marquise do Palácio. Até a manhã de hoje, o acampamento ainda permanecia montado.

Um dos dirigentes da APP-Sindicato, Luiz Carlos, explicou que os servidores se encaminharam para o Palácio Iguaçu após o decreto de recesso na Assembléia Legislativa.

“Ontem saímos da Assembleia após decretado o recesso lá, viemos para a frente do Palácio e dormimos aqui. A Polícia Militar permaneceu em guarda em torno do palácio e não houve nenhum atrito nem menção de fazer algo contra a gente. Enquanto estivermos em greve vamos ficar acampados aqui”, contou Luiz.

O sindicalista explicou que os debates entre as categorias acontecerão nesta quinta-feira (11). No sábado (13) também será realizada uma assembleia para discutir os destinos da greve.

“Hoje, acontecerá por todo o estado os debates das categorias. Sábado teremos uma grande assembleia para discutir o destino da nossa greve. A principio são os professores, mas todas as categorias que compõe o FES (Fórum das Entidades Sindicais) também vão estar no debate. Vamos discutir o conjunto da categoria”, disse o dirigente.

Ainda segundo o representante, os servidores pretendem permanecer em frente ao Palácio ate sábado (13). “Vamos ficar ali e não vamos atrapalhar o trânsito de ninguém. Nossa ação é pacífica e estamos aqui de uma forma bem tranquila”, concluiu.

Proposta

De acordo com o sindicalista, além do pagamento da data-base, de 4,94% referente à inflação dos últimos 12 meses, os servidores já determinaram a proposta. As categorias não aceitam a proposta de parcelamento feita pelo governo com 5,09% de reposição, mas em quatro vezes até 2022.

“A proposta ideal para nós é o pagamento esse ano do data base, a retirada das perseguições e a retirada da prova para o PSS nos moldes que o secretario de educação quer apresentar. Além disso, concurso público, eleição para diretores, entre outras pautas que estamos apresentando”, esclareceu o sindicalista. (Fonte: Banda B)




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