domingo, 25 de agosto de 2019


Sex, 12 de Julho de 2019 10:27

MPF APERTA: EMPREITEIROS E AGENTES PÚBLICOS ENVOLVIDOS NA CORRUPÇÃO EM LICITAÇÃO DA RODOVIA PR-323 ESTÃO PELA BOA


A força-tarefa Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF) em Curitiba apresentou, as alegações finais da denúncia de crimes de corrupção (ativa e passiva) e lavagem de dinheiro envolvendo a Parceria Público Privada (PPP) para exploração e duplicação da rodovia PR-323, investigados pela Operação Piloto . Este é o primeiro processo envolvendo desvios no governo paranaense cuja instrução foi encerrada. Outro processo sobre a mesma PPP, que envolve empresários e integrantes do governo Beto Richa como réu, ainda está tramitando.

As provas que embasam a acusação revelaram o pagamento de propinas pela Odebrecht para obter favores ilegais nas obras da rodovia PR-323, entre os municípios de Francisco Alves e Maringá, em 2014, cujo valor era de R$ 7,2 bilhões.

Além das penas privativas de liberdade, o documento prevê um valor mínimo para reparação de dano de R$ 4 milhões.

As empresas envolvidas nessa operação integram o Consórcio Rota das Fronteiras, composto pelas empresas ODEBRECHT, TUCUMANN, GEL E AMERICA.

Beneficiado pelo esquema de corrupção o consórcio foi o único a fazer proposta na licitação, sagrando-se vencedor da concorrência pública para a concessão patrocinada do corredor da PR-323. O contrato foi assinado em 5 de setembro de 2014.

Na sequência do processo os agentes públicos e empresários gestores das empreiteiras envolvidas devem se tornar réus e condenados à prisão.




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