terça, 17 de setembro de 2019


Sáb, 17 de Agosto de 2019 20:08

Ministro da Fazenda da Argentina deixa cargo

O ministro renunciante O ministro renunciante

Nicolás Dujóvne, que era ministro desde janeiro de 2017, anunciou a renúncia neste sábado, 17. Segundo jornal 'La Nacion', seu substituto será o atual ministro da economia de Buenos Aires.

O ministro da Fazenda da Argentina, Nicolás Dujóvne, anunciou neste sábado (17) a renúncia do cargo que ocupava desde janeiro de 2017.

Em carta direcionada ao presidente Mauricio Macri, e divulgada pelo jornal La Nacion, o agora ex-ministro Dujóvne afirma que "se convenceu de que, em virtude das circunstâncias, sua gestão necessita de uma renovação significativa na área econômica".

De acordo com o jornal, o governo já escolheu o substituto de Dujóvne. O novo ministro da Fazenda deve ser Hermán Lacunza, que ocupa o cargo de ministro da Economia da província de Buenos Aires.

Instabilidade política e econômica

Além da crise econômica, a Argentina vive um cenário de turbulência política. No último domingo, o país realizou as prévias obrigatória. Nelas, Macri sofreu uma derrota considerável para a chapa liderada por Alberto Fernández, e que tem a ex-presidente Cristina Kirchner como vice.

A dupla conseguiu 47,66% dos votos, contra 32,08% do atual presidente. Roberto Lavagna foi o 3º, com 8,23% dos votos.

Depois das prévias, Mauricio Macri anunciou um pacote de medidas econômicas. Dentre elas, estão:

  • aumento do salário mínimo;
  • congelamento do preço da gasolina;
  • e pagamento de bônus adicionais aos trabalhadores.

"As medidas que tomei e que vou compartilhar agora são porque os escutei. Escutei o que quiseram dizer no domingo. São medidas que vão trazer alívio a 17 milhões de trabalhadores e suas famílias. E a todas as pequenas e médias empresas, que sei que estão passando por um momento de muita incerteza", afirmou Macri em pronunciamento, na última quarta-feira.

Na quinta, Macri ainda anunciou a redução de impostos para alimentos.

Entre os produtos beneficiados, estão pão, leite, azeite, arroz, açúcar, entre outros. A medida, segundo Macri, será publicada nas próximas horas e vale até o fim do ano. (Das Agências)




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