quinta, 12 de dezembro de 2019


Seg, 19 de Agosto de 2019 13:25

Salários seguem sendo pepino para Ratinho: Servidores de outros Poderes insistem na reposição imediata de 4,94%


Servidores do Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria Pública pressionam os deputados para que aprove os projetos de reposição salarial encaminhados à Assembleia Legislativa por suas respectivas instituições e que previam o pagamento na data-base do índice integral de 4,94% (inflação dos últimos 12 meses), sem o parcelamento até 2022 previsto no acordo proposto pelo governador Ratinho Jr. e aceito pelos funcionários do Poder Executivo.

No fim de semana, em assembleia geral, os servidores do Judiciário aprovaram, por unanimidade, intensificar a mobilização para pressionar os deputados a aprovar a proposta da data-base de 4,94%, conforme projeto de lei enviada pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).

O Sindijus-PR convocou a categoria a estar presente na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nesta segunda-feira (19), para cobrar o andamento do projeto da reposição salarial dos servidores do Poder Judiciário, sem emendas. “A hora é agora, devemos lutar para garantir o nosso direito, precisamos que a categoria se conscientize da grave situação que nos encontramos. A mobilização e presença ativa da categoria são imprescindíveis neste momento”, destaca o coordenador-geral do Sindijus-PR, José Roberto Pereira.

Nossa data-base está em risco! Neste ano, apesar de existirem recursos suficientes para recompor os salários do Judiciário, da Defensoria Pública, do Ministério Público e do Tribunal de Contas, bem como dos servidores do executivo, o Governo e deputados estão realizando “manobras” na Alep para não conceder a reposição de 4,94% para ninguém. Pretendem impedir o andamento dos projetos, para que a reposição seja “2%”, conforme foi oferecida aos servidores do Executivo. Não podemos permitir isso!”, diz o Sindijus.

A convocação de presença na Assembleia se estende para esta terça-feira (20) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e dependendo do andamento, a irem ao Tribunal cobrar um posicionamento da presidência. (Blog Contraponto)




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