domingo, 8 de dezembro de 2019


Ter, 27 de Agosto de 2019 12:40

Alep requenta futura pizza...


Nesta terça-feira (27),  a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da JMK da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) interrogou Cainã Emanuel Bastos Morais, funcionário da empresa gestora da manutenção da frota do Governo do Paraná de janeiro de 2015 a maio de 2019. Ele foi uma das 15 pessoas ligadas à JMK presas temporariamente na Operação Peça Chave, da Polícia Civil, no último mês de maio, que detectou possível desvio de, pelo menos, R$ 125 milhões através de práticas fraudulentas na execução do contrato.

Também na reunião desta terça-feira da CPI, foi ouvido Francisco César Farah, que foi diretor-geral da Secretaria Estadual da Administração e Previdência (SEAP) entre junho de 2017 e dezembro de 2018. A última oitiva do dia será da chefe da 3ª Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), Rita de Cássia Bompeixe Carstens Mombelli. Em 2015, esta unidade instaurou um processo para apurar possíveis irregularidades na licitação e na execução do contrato da JMK com o Estado.


Segundo o presidente da CPI da JMK, deputado estadual Manuel Inácio Fruet (PROS), os depoimentos e pedidos de informações estão revelando detalhes do funcionamento deste esquema que lesou os cofres públicos e prejudicou serviços essenciais à população. “Já interrogamos os delegados que investigam a JMK e vários servidores estaduais, que apontaram problemas e admitiram falhas na licitação e no contrato. Com as oitivas do pessoal da empresa e dos donos de oficinas, teremos um panorama completo da situação, que nos permitirá propor medidas para sanar as irregularidades”, diz  Fruet




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