domingo, 8 de dezembro de 2019


Ter, 27 de Agosto de 2019 12:59

Diplomata confirma cobiça pela Amazônia: ‘não é hora de brincar de esquerda e direita’

A cobiçada... A cobiçada...


Para ele, mídia a mídia brasileira trabalha contra os interesses nacionais, achando que há uma luta ideológica interna a travar

O diplomata brasileiro Miguel Gustavo de Paiva Torres, articulista do Diário do Poder, adverte para a existência de uma conspiração de grandes potência “para controle e exploração futura da Região Amazônica”.

Ele critica o papel da imprensa brasileira na polêmica sobre a Amazônia: “a nossa mídia, que só trabalha na superfície dos fatos, entra de cabeça nesse estratagema político e diplomático e, assim, trabalha contra os interesses nacionais, convencidos de que há uma luta ideológica interna a travar”, diz Paiva Torres. E acrescenta que nesta questão da Amazônia não pode haver uma luta ideológica interna”. Na avaliação do experiente diplomata, que também é escritor, “Não é hora de brincar de direita e esquerda”.

Leia o texto que Miguel Gustavo de Paiva Torres escreveu com exclusividade para o DP:

 

O diplomata em livraria, ao lado do seu livro mais recente

Existe sim uma conspiração européia e norte-americana para controle e exploração futura da Região Amazônica.  Não é uma fantasia conspiratória. É explícita a ingerência desde meados do século XIX até os dias de hoje. Exatamente porque isso é um fato a obrigação política e moral de qualquer governo que esteja transitoriamente ocupando o Palácio do Planalto é ter uma política de preservação e de desenvolvimento sustentável da Região.

As Forças Armadas do Brasil, do mesmo modo que teve um papel importante na política indigenista do País, também pode exercer um papel relevante na substituição de ONGs internacionais na administração de projetos de desenvolvimento sustentável e no combate à criminalidade ambiental que teima em devastar a maior floresta tropical do mundo.

A floresta amazônica é sim patrimônio mundial, mas a soberania é brasileira e é nossa responsabilidade a sua administração e preservação.Dizer que não há dinheiro para exercer nossa soberania plena e responsável é abrir um flanco sem paralelo na História do Brasil para a discussão pública de um “Status” internacional para a Região Amazônica.

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O Orçamento da República, constantemente dilapidado por subsídios e aplicações em fundos absurdos, como é o caso do fundo eleitoral, ou em atividades espúrias como o uso de aviões da FAB e a queima milionária de combustíveis para transportes desnecessário de autoridades, deve ser usado criteriosamente para as reais necessidades da sociedade e da garantia plena da nossa soberania no concerto das nações.

A hipocrisia das grandes potências internacionais e do seu marketing político, ao oferecer uma quantia irrisória de noventa milhões de reais para ajuda ao combate ao desmatamento e às queimadas em todos os países amazônicas, nada mais é do que uma peça de propaganda política destinada a embasar uma discussão internacional que coloque no palco os mocinhos europeus e os bandidos do Brasil.

É tudo pensado e planejado.

A nossa mídia, que só trabalha na superfície dos fatos, entra de cabeça nesse estratagema político e diplomático e, assim, trabalha contra os interesses nacionais,  convencidos de que há uma luta ideológica interna a travar.

Nesta questão da Amazônia não pode haver uma luta ideológica interna.

Trata-se aqui de uma questão de integridade territorial e soberania nacional.

Não é hora de brincar de direita e esquerda. É hora de honrar o legado que recebemos dos grandes estadistas do passado que nos entregaram um patrimônio invejado por toda a humanidade. Cuidemos.

O diplomata em livraria, ao lado do seu livro mais recente




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