Sex, 06 de Setembro de 2019 15:55

Rua da Cidadania se veste de verde e amarelo e celebra Independência


A Rua da Cidadania do Boqueirão amanheceu, nesta sexta-feira (6/9), com as cores da bandeira do Brasil para receber o Ato Cívico que faz parte das comemorações da Semana da Pátria. O prefeito Rafael Greca abriu a solenidade, que lembrou a história que culmina com a Proclamação da Independência do Brasil.

“O 7 de Setembro é a Independência do Brasil. A festa da pátria brasileira. Por isso estamos aqui. Com grande alegria nós celebramos o Brasil”, destacou o prefeito.

Civismo e família

Participaram do ato cívico 500 pessoas entre estudantes e adultos. Para a pequena Ana Luíza, 3 anos, foi dia de seguir a tradição da família de cultivar o civismo.

Vestida com um uniforme da Guarda Municipal de Curitiba, prestigiou o evento com a mãe, a dona de casa Yasmin Vilas Boas, 25 anos, e o avô, Carlos Vilas Boas, 49, que há 15 anos está na Guarda Municipal.

“Além de ser uma semana para exaltar a Pátria, também exaltamos a família, que tem tradição nas Forças Armadas, com o avô na Guarda Municipal, e o tio no Corpo de Bombeiros”, contou a mãe.

Desfile

A abertura da comemoração foi com o desfile dentro da Rua da Cidadania com estudantes das escolas municipais CEI Tereza Matsumoto (Xaxim), Maria Augusta Jouve, Érico Veríssimo, Maestro Bento Mossurunga, Jornalista Arnaldo Alves da Cruz (as quatro no Alto Boqueirão); crianças do Projeto MusicaR Boqueirão; alunos dos centros esportivos da Regional Boqueirão; usuários do Centro Amigo Curitibano do Alto Boqueirão e crianças do CEI Lar Dona Nenê.

Ditaram o ritmo das passadas as fanfarras das escolas Érico Veríssimo e Bento Mossurunga. Os estudantes também cantaram a música “Aquarela” de Toquinho.

Os guarda-mirins da Escola Municipal Tereza Matsumoto entraram com as bandeiras de Curitiba, do Paraná e do Brasil e os hinos Nacional e da Bandeira foi executado pela Banda Lyra.

História ao vivo

Em seguida, o público assistiu uma encenação de fatos históricos que levaram D. Pedro I a declarar a independência do Brasil.
“Guardem na sua cabecinha e no seu coração como começou a Independência do Brasil”, aconselhou o prefeito Rafael Greca, dirigindo-se especialmente aos curitibinhas.

“Como se vive pelo Brasil quando se é criança? Aprendendo a ler, a escrever e a contar, fazendo esporte, aprendendo música, dança, indo para frente e para o alto, crescendo em beleza e em sabedoria”, completou o prefeito.

Na peça, o personagem Curitibinha e uma professora da rede municipal acompanham como tudo aconteceu, desde que Dona Maria Leopoldina, esposa de Dom Pedro I, aconselhada por José Bonifácio, escreve uma carta ao marido - que estava fora do Rio de Janeiro, em que narra as ordens vindas de Lisboa para que o príncipe retornasse a Portugal.

Isso faria o Brasil voltasse ao status de colônia.

A surpresa para o público foi a chegada de Dom Pedro I, interpretado pelo soldado da Cavalaria da Polícia Militar, Elder Aurélio de Andrade Purkotte, em cima de um cavalo branco, para o brado de “Independência ou Morte”.




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