segunda, 11 de novembro de 2019


Qua, 16 de Outubro de 2019 09:57

Operação que mira fraude em licitações prende 11 pessoas no oeste do Paraná


Ação da Polícia Civil foi deflagrada nesta quarta-feira (16).

Onze pessoas foram presas, na manhã desta quarta-feira (16), em uma operação contra fraude em licitações no oeste do Paraná.

As prisões são temporárias. Oito investigados foram detidos em Cascavel. Os outros presos são servidores da Prefeitura de Missal.

Empresários e "laranjas" estão entre os alvos, além dos três funcionários públicos.

Mandados de busca e apreensão são cumpridos em oito cidades da região oeste. *Confira a lista de municípios em que as buscas são realizadas.

Por meio de nota, a administração municipal de Missal disse que, até o momento, não tem mais mais informações sobre as supostas irregularidades cometidas pelos servidores e que vai colaborar com as investigações. Também afirmou que desconhecia os fatos e que tomará providências internas para esclarecê-los.

A operação é comandada pela Polícia Civil de Foz do Iguaçu e de Cascavel, no oeste do estado, em parceira com a Receita Federal e com a 1ª Promotoria de Medianeira.

26 mandados de busca

Ao todo, há 26 mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a associação criminosa causou prejuízo aos cofres públicos do Paraná de várias maneiras, com as fraudes nos processos licitatórios.

Onde são cumpridas as buscas?

  • Missal
  • Cascavel
  • Terra Roxa
  • Guaíra
  • Diamante do Sul
  • Pérola D’Oeste
  • Roncador
  • Catanduvas
  • Irregularidades
  • A Polícia Civil informou que as investigações, que culminaram na deflagração da operação nesta quarta-feira, começaram em março.
  • A suspeita é de que houve irregularidades na aquisição de peças de reposição de máquinas pesadas da frota de veículos da Prefeitura de Missal, conforme a Polícia Civil.
  • O que foi apurado até o momento, segundo a Polícia Civil, é que peças remanufaturadas foram recebidas como novas. De acordo com a Polícia Civil, houve também superfaturamento de preços e pagamento de peças que não eram entregues ou utilizadas.
  • Falso rodízio nas licitações
  • O grupo criminoso criava empresas de fachada em nome de "laranjas" para, conforme a Polícia Civil, fazer um falso rodízio os participantes de cada licitação.
  • Contudo, era a mesma empresa que há anos fornecia pelas a determinadas cidades, segundo a Polícia Civil. Dessa maneira, de acordo com a Polícia Civil, as práticas criminosas foram perpetuadas e os investigados enriqueceram ilicitamente.  (Do G1/PR)



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