quinta, 21 de novembro de 2019


Dom, 20 de Outubro de 2019 12:03

Urnas são abertas na Bolívia; Evo tenta continuar sua ‘ditadura pelo voto’ e alcançar seu 4º mandato de cinco anos

Mesa (à direita) tenta barrar o bugre-ditador Mesa (à direita) tenta barrar o bugre-ditador


Pesquisas indicam grandes chances de segundo turno entre atual presidente e Carlos Mesa. Bons índices econômicos explicam longevidade de Evo no cargo, mas especialistas dizem que modelo pode rumar a um colapso se não houver ajustes.

Quase 7,3 milhões de bolivianos devem comparecem às urnas neste domingo (20) para as eleições que definirão o presidente e o vice-presidente para o período 2020-2025, nas quais Evo Morales busca o quarto mandato e tem como grande rival o centrista Carlos Mesa.

A votação começou oficialmente às 8h locais (9h de Brasília) e deve prosseguir até 16h (17h de Brasília). Os centros de votação permanecerão abertos por oito horas em todo o país.

A votação, que é obrigatória, foi aberta pela presidente do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE), María Eugenia Choque, que garantiu a transparência da votação. A população "pode ficar calma, porque tomamos as medidas necessárias para proteger a votação", disse, diante dos temores de setores da oposição de que o partido no poder possa forjar alguma fraude.

Um total de 7.315.364 bolivianos aparecem na lista eleitoral nacional. O órgão eleitoral autorizou 5.301 locais de votação, entre escolas públicas e privadas, enquanto bolivianos no exterior votam em embaixadas e consulados.

A maioria dos distritos eleitorais começou a funcionar sem nenhum incidente registrado até a última atualização da reportagem, segundo relatório da polícia.




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