quarta, 22 de janeiro de 2020


Qui, 12 de Dezembro de 2019 17:02

Marajás togados de Pernambuco não vivem neste país...

Mais uma falta de vergonha do judiciário brasileiro Mais uma falta de vergonha do judiciário brasileiro


Ao todo, 428 juízes e desembargadores tiveram direito a receber penduricalhos que chegam a R$ 1,2 milhão. OAB informou que vai acionar Conselho Nacional de Justiça.

Depois do pagamento de até R$ 1,2 milhão em indenizações por férias vencidas e acumuladas a juízes e desembargadores do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), a Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) informou que o pagamento "embora justificado com base legal e na jurisprudência, é impróprio e inadequado" e que vai encaminhar o caso ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ(veja vídeo acima).

Segundo com o Tribunal, 428 juízes e desembargadores tiveram direito a receber essas indenizações. O maior valor foi pago para a juíza Marylusia Pereira de Araújo, que atua na 2ª Vara de Violência Contra a Mulher, no Recife. Em novembro, ela recebeu R$ 1.251.328,50 de "vantagens eventuais". Os rendimentos brutos chegaram, no mesmo mês, a R$ 1.298.550,56.

O desembargador Fausto de Castro Campos recebeu R$ 714.137,96, em novembro, a título de "vantagens eventuais". O total de rendimentos, no mesmo mês, chegou a R$ 763.789,18.

O presidente do TJPE, desembargador, Adalberto de Oliveira Melo, recebeu como "vantagens eventuais" R$ 325.956,89, em novembro. O total de rendimentos, no mesmo mês, foi de R$ 388.019,89.

De acordo com a OAB, o pagamento "causa indignação na população e nos operadores do direito, principalmente quando faltam recursos orçamentários para nomear servidores concursados e magistrados para o primeiro grau".




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