segunda, 25 de janeiro de 2021


Ter, 17 de Novembro de 2020 00:54

Empreendedorismo Feminino: Conheça quatro histórias inspiradoras de empreendedoras brasileiras de sucesso




Comemorado em 19 de novembro, o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino é uma data cheia de simbolismo e conquistas. A data celebra e apoia a entrada de mulheres no universo corporativo, espaço esse que era dominado por homens. De acordo com a ONU, a iniciativa é um esforço para ampliar as oportunidades para as mulheres em todo o mundo. Atualmente, elas detêm um acesso médio entre 58% e 70% dos postos ocupados pelo gênero masculino na política, economia, educação e saúde. Mais do que um dia comemorativo, a data estimula mulheres líderes e empreendedoras a lançar startups com soluções inovadoras, impulsionar o crescimento econômico e fazer as comunidades espalhadas por todo o mundo prosperarem.

Para inspirar mais mulheres e mostrar o impacto que o empreendedorismo feminino causa entre os mais diversos setores, reunimos quatro histórias incríveis. Confira abaixo.

Carol Esteve, fundadora da Buy My Dress

Formada em administração pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC) com mestrado em General Management pela Regent's University London, Carol passou pelo setor financeiro de empresas como L'Oréal e BTG Pactual, mas sempre teve uma queda para o mundo da moda. Carol Esteve renunciou uma carreira estável para realizar seu grande sonho: empreender em algo que impactasse positivamente a vida de todos. Tomada a decisão, a empresária uniu sua paixão pelo mundo fashion com as expertises administrativas e criou a primeira plataforma e-commerce de vestidos second hand do Brasil. A Buy My Dress possui como seus principais pilares: sustentabilidade, impacto social e financeiro e o empoderamento feminino através da vestimenta. "Sempre tive essa veia empreendedora e minha família sempre me apoiou muito" conta Carol. A marca lançada em Dezembro de 2019, hoje comemora um crescimento de mais de 300%.

Diana Werner, presidente da Isla Sementes

Diana assumiu a Isla Sementes aos 23 anos. Hoje comanda a empresa que é uma das pioneiras na produção de sementes na América Latina, com mais de 600 hortaliças em seu portfólio e produtos inovadores (como sementes de microverdes, o Clube Minha Horta, primeiro clube de assinatura de sementes do Brasil e as hortaliças Super Sabor). Diana é engenheira de produção e foi uma das responsáveis por implementar na empresa pilares para o estímulo de uma alimentação mais saudável e atrativa aos brasileiros, que consomem poucos alimentos naturais. Além disso, ela trabalha para que a Isla crie e produza uma infinidade de hortaliças, com diferenciais no campo, sabor e qualidade, além de produtos e serviços para a prática da horta em casa, que teve crescimento exponencial nos últimos meses.

Jessica Gordon, CEO e fundadora do Bebida na Porta

A veia empreendedora de Jessica Gordon é característica da sua família de empresários. Jessica é formada em Pedagogia pela PUC-SP e trabalhou por 10 anos para grandes corporações, como Grupo Abril e Votorantim, tendo se especializado em desenvolvimento de pessoas, estratégia organizacional e liderança. Pós-graduada pela Brazilian Business School, morou 2 anos em Boston onde teve seu primeiro contato com o mercado de startups. Fundou em 2019 o Bebida na Porta, uma startup de delivery rápido de bebidas geladas alcoólicas e não alcoólicas a preços justos, eliminando a necessidade de se pagar caro por conveniência ou de se carregar bebidas pesadas após compras realizadas em supermercados. Desde então o negócio ganhou tamanho e se tornou querido por todos: cresceram 80% em 2020 e já ultrapassaram 100 mil pedidos entregues para consumidores finais em pouco mais de um ano de operação. "Tenha resiliência, determinação e foco pois serão habilidades que te ajudarão a chegar lá", incentiva a empresária para quem pretende entrar no mundo do empreendedorismo.

Nani Gordon, fundadora e Co-CEO Cash.in

Ao lado de sua sócia, Luciana Ramos, Nani Gordon fundou a Cash.in, fintech que otimiza o pagamento de prêmios de incentivos e bônus. A ideia surgiu após Luciana identificar a falta de digitalização dentro das empresas e iniciar um papo com executivos delas. Juntas, estudaram o mercado e pesquisaram a fundo players de mercado, chegando a extrema dor que deu start a operação da Cashin. As empresas ainda pagavam premiações com cupons físicos, sem controle de entregas, utilizando logística e gastos com papéis e burocracia. A fintech é uma das pioneiras nesse segmento e pretende fechar 2020 com mais de 50 milhões de reais transacionados na plataforma.Sobre empreender no Brasil, Nani se sente inspirada em tantas mulheres que trouxeram soluções para o ecossistema de startups. "Tudo é uma evolução, crescimento, e nós, mulheres, já mostramos que representamos um ativo gigante no mercado. Já nos conectamos a líderes de grandes empresas como Tânia Constantino na Microsoft, startups bem sucedidas com CEOs femininas, como Maria Teresa Fornea da BCredi e empresas disruptivas como o NuBank fundado também pela Cristina Junqueira. Busco exemplos positivos e mulheres fortes para me espelhar, além de ter como sócias mulheres fortes e incríveis como Carla e Luciana", finaliza a empreendedora.




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